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Sobre nós

Meu nome é Luismar Marques Porto, tenho 59 anos, sou divorciado e tenho dois filhos, Eduardo (24) e Paula (20). Sou formado em engenharia química pela FURB e tenho mestrado em Físico-Química pela UFSC e doutorado (PhD) em engenharia química pela Northwestern University. Possuo três estágios de pós-doutorado (Univ. Queensland, Austrália; Harvard e MIT, Estados Unidos; e Erlangen-Nuremberg, Alemanha).

Atualmente sou professor associado do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina, onde supervisiono o Laboratório de Tecnologias Integradas - InteLab, onde supervisiono pós-doutorandos e oriento alunos de pós-graduação (Mestrado e Doutorado em Engenharia Química).

O InteLab é administrado por um Grupo Gestor, composto por uma supervisora de Qualidade, M.Sc. Giovana Fucina e pelas doutoras Andréa de Lima Pimenta, Fernanda Vieira Berti e Julia de Vasconcellos Castro.

O que fazemos

Trabalhamos na área de bioengenharia, o que inclui pesquisas em cultura de células em arcabouços (scaffolds) 3D, para engenharia tecidual, produção de biomateriais, entre eles a nanocelulose bacteriana, estudos de reconstrução metabólica, bioinformática e engenharia genômica.
Estamos muito interessados em culturas 3D de diversos tipos celulares, entre elas células-tronco e células mesenquimais e de suporte a tecidos duros e moles.
Apreciamos a ideia de utilizar a informação biológica em seu mais alto grau de resolução, ou seja, na sequência primária de DNA dos genomas de bactérias e células animais. O estudo da interação entre elas é assunto para o qual estamos nos preparando há vários anos.
Temos tido resultados promissores no desenvolvimento de modelos de tumores tais como melanoma e câncer e mama. Esses modelos foram criados a partir de cultura de células tumorais in vitro, em arcabouço apropriado. Acreditamos que esses modelos nos servirão, em futuro próximo, para elucidar vias de sinalização de interesse diagnóstico e terapêutico.
Nanopartículas são elementos materiais que possuem em geral altíssima energia de superfície. Associado a esse fato, seu pequeno tamanho (1 nm é um milionésimo de milímetro) as tornam potencialmente tóxicas para células animais, plantas e microrganismos. Estamos interessados no estudo de correta avaliação do potencial nanotóxico de substâncias comerciais e de laboratório.

Nossa equipe

Auxiliares que participam do Grupo Gestor do Laboratório.

Andrea Pimenta

microbiologia

Fernanda Berti

engenharia tecidual

Giovana Fucina

Qualidade

Julia Castro

biologia sistêmica